-Esfarelando, esvaziando, deixando pra traz. Não que fosse uma memória que após algumas estações se desfaria, sumiria. Não deve ser assim, não dessa vez.
-É só um pedaço...
-Que apesar de pequeno faz uma diferença tamanha! Não poderia deixá-lo. Precisaria mantê-lo antes que isso se fizesse grande e passasse a atormentar, machucando, dilacerando...
-Pegue-o, ainda há tempo!
-Tempo? Não há, desfez. Não pode, não deve! Não havia instrução...era só uma parte! Não o levem, deixem aqui! Poderia colá-lo.
-Não será o mesmo...
Não é o mesmo.